God Of War III
God of War III, próximo capÃtulo das dramáticas aventuras do “Fantasma de Esparta” Kratos, é um dos mais aguardados jogos para o Playstation 3. Parte do apelo da série é sua excepcional construção narrativa, capaz de prender os jogadores desde o primeiro momento, como um excelente livro ou filme.
A Sony certamente não vai se surpreender com a alavancagem absurda que terá o console com o lançamento do game mais esperado pelos fãs da série e do console da Sony. Há muitos que aguardam o tão sonhado lançamento do game para poder adquirir seu console, assim como ocorreu com Metal Gear Solid 4, que mostrou ao mundo um verdadeiro game da atual geração.
Engana-se quem imagina que A Saga de Kratos se transformou numa máquina de fazer dinheiro, pois a Sony já avisa: Este será o último game da série!
Apesar da boa notÃcia, a Sony deixou muitos fãs do guerreiro Espartano de cabelos em pé. Segundo a empresa, God of War III será o último tÃtulo da franquia milionária. O novo tÃtulo deve fechar de vez a trilogia (que na verdade é uma quadrilogia ? God of War Chains of Olimpus) épica iniciada no Playstation 2. Acredito que muito gente vai torcer para que isso seja apenas uma jogada de Marketing.
Atualmente o jogo está com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2010, e está sendo aguardado por todos os gamer’s.
A história foi distorcida, mas há muito de mitologia Grega nos jogos da Sony. Não há invenção alguma, senão a do próprio Kratos que, num golpe de mestre, usurpa e toma o cargo de seu mentor e grande Deus Ares, numa batalha épica e sem precedentes, sendo traÃdo, posteriormente pelo próprio Zeus, que estava cansado de sua guerra particular, onde jura vingança numa batalha épica digna de uma super produção.
O jogo God of War vai muito além da brutalidade e violência no desenrolar da história, pois, mesmo distorcendo a Mitologia Grega, consegue agregar uma história envolvente, uma história com boa profundidade e com um bom enredo.
God of War foi a grande aposta da Sony no console da geração passada, e, por sorte, nós proprietários desse magnÃfico console, pudemos desfrutar de um dos games mais empolgantes da história do Video Game.
É certo que o jogo não atrai todo tipo de público, mas consegue ser uma grande pedida para a grande maioria dos gamers donos de seu Playstation 2.
Os dois primeiros jogos da série venderam cerca de 6 milhões de cópias e mostraram ao mundo uma nova forma de ação. Sua jogabilidade espetacular elevou a série God Of War ao topo da preferência dos gamers em geral, e ajudou a transformar o Playstation 2 numa febre mundial.
Toda a indústria está aguardando ansiosa por essa nova aventura de Kratos. Imaginar as possibilidades de enredo e o poder gráfico dessa versão para o PS3 deixa qualquer fã do gênero extasiado.
E eu como fã da saga e ansioso, como todos nós, preparei um conteúdo com bastante informação para o deleite dos gamers deste Forum UOL.
Vamos esmiuçar desde a mitologia grega resumidamente, com links para vÃdeos (em breve, com a reforma do fórum, será possÃvel visualizá-los no próprio tópico), informações complementares e a história toda contada, narrada com base na publicação da revista nº 119 da Dicas e Truques para Playstation. Narração que serviu apenas de base.
Deu bastante trabalho, pois, além de digitar tudo isso, precisei fazer pesquisas na internet sobre fatos, mitologia grega, vÃdeo e outras dicas. Além do material que eu já tinha aqui comigo.
Bom… compilei tudo aqui. Sei que tudo isso já faz parte do passado, mas, certamente muita gente desconhece a história por trás do jogo que revolucionou o console da Sony e escreveu a história do jogo God of War como um verdadeiro clássico da era moderna dos consoles.
Espero que gostem.
Só avisando: Há muito spoiler nesta narrativa, e, se, ágüem ainda está jogando o game ou vai jogá-lo no futuro e não gosta de revelações, melhor ler a narrativa após concluir o game.
DEUSES DO OLIMPO
Os Deuses OlÃmpicos são os 12 deuses principais da mitologia grega, que vivem no Monte Olimpo, de onde vem seu nome. Os deuses olÃmpicos moravam em um imenso palácio, em algumas versões de cristais, construÃdo no topo do monte Olimpo, uma montanha que ultrapassaria o céu. Comiam a ambrósia e bebiam o néctar, alimentos exclusivamente divinos, ao som da lira de Apolo, do canto das Musas e da dança das Cárites.
Apesar de não haver confirmação mitológica, supõe-se que os deuses olÃmpicos não ficavam exclusivamente no Olimpo, mais exerciam suas responsabilidades em outros locais, por exemplo, como Hades que vive no mundo dos mortos.
Por vezes alguns autores incluem outros deuses entre os 12 olÃmpicos, neste artigo eles serão considerados “Deuses olÃmpicos menores”.
DOZE PRINCIPAIS
Normalmente a lista dos 12 deuses olÃmpicos principais mais aceita é a abaixo, mas a lista varia um pouco e Héstia e Demetér, por exemplo, aparecem em algumas.
- Zeus, deus dos deuses, do céu e da terra, senhor do Olimpo;
- Hera, esposa de Zeus, deusa dos deuses, protetora do casamento;
- Poseidon, deus dos oceanos e mares;
- Hades, deus do mundo dos mortos;
- Atena,deusa da guerra justa, da justiça, da sabedoria;
- Apolo, deus do Sol, das artes e das profecias;
- Ãrtemis, deusa da lua e da caça;
- Afrodite, deusa do amor e da beleza;
- Ares, deus da guerra;
- Hefesto, deus do fogo e da metalurgia;
- Hermes, o mensageiro de Zeus, protetor dos ladrões e comerciantes;
- DionÃsio, deus do teatro, do vinho e das festas.
Deméter, deusa da agricultura;
Eros, deus do amor;
Héstia, deusa do fogo e da famÃlia;
Éolo, deus dos ventos;
Héracles, depois de morto, foi aceito entre os olÃmpicos.
DEUS ARES ? DEUS DA GUERRA
Deus da guerra e filho de Zeus, rei dos deuses, e sua esposa Hera. Os romanos o identificaram com Marte, também um deus da guerra. Ares, sanguinário e agressivo, personificava a natureza brutal da guerra. Era impopular tanto com os deuses quanto com os humanos. Entre as divindades associadas com Ares estavam sua mulher Afrodite, deusa do amor, e divindades menos importantes, como Deimos (o Temor) e Fobos (o Tumulto), que o acompanhavam em batalha. Embora Ares fosse bélico e feroz, não era invencÃvel, mesmo contra os mortais. A adoração de Ares, que se acredita ter origem na Trácia, não se estendia à toda a antiga Grécia, e onde existiu, não tinha importância social ou moral. Ares era uma divindade ancestral de Tebas e tinha um templo em Atenas, aos pés do Areopago, ou Colina de Ares.
DEUSA ATENA
Era o sÃmbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas.
Deusa da sabedoria, inteligência e da guerra.
Há também quem grafe o seu nome como Palas Atená. Conta a mitologia que Zeus se apaixonou por Métis, deusa da prudência, sendo ela sua primeira esposa. Contudo, Zeus foi advertido por sua avó Gaia, que Métis lhe daria um filho, e que este o destronaria, assim como Zeus destronou Cronos e, este, Urano. Amedrontado, Zeus resolveu engolir Métis.
Para tanto, utilizou-se de um fabuloso ardil. Convenceu sua esposa a participar de uma brincadeira divina, na qual cada um deveria se transformar em um animal diferente.
Métis, desta vez, não foi prudente, e se transformou numa mosca, Zeus aproveitou a oportunidade e a engoliu. Todavia, Métis já estava grávida de Zeus, e continuou a gestação na cabeça deste, aproveitando o tempo ocioso para tecer as roupas da sua vindoura filha.
Um dia Zeus sentiu uma forte dor de cabeça, e Hefestos lhe deu uma machadada na cabeça, de onde saiu Atena, já adulta com elmo, amadura e escudo – esta coberto com a pele de Amaltéia.
Atena também é muitas vezes vista segurando em uma das mãos uma pequena imagem de Nike, a deusa da vitória.
Atena venceu Poseidon em uma disputa para ver quem seria o patrono da cidade de Atenas. Quem desse o melhor presente ao povo da cidade venceria.
Poseidon criou um rio, porém o rio era salgado e, portanto, quase inútil. Atena deu uma oliveira, e sagrou-se vencedora.
Atena também teve participação no julgamento de Páris, sendo uma das deusas rejeitadas. Na guerra de Tróia, apoiou os gregos.
DEUS HADES
Deus dos mortos.
Era filho dos Titãs Cronos e Réia, e irmão de Zeus, Héstia, Demeter, Hera e Posêidon.
Quando os três irmãos dividiram o universo depois de terem deposto seu pai, Cronos, do trono, à Hades foi concedido o mundo subterrâneo.
AÃ, com sua rainha, Perséfone, que ele havia raptado do mundo superior, determinou o reino dos mortos.
Embora fosse um deus impiedoso e severo, o qual não atendia à nenhuma oração ou sacrifÃcio, não era mau.
Aliás, era conhecido também como Pluto, senhor dos ricos, porque tanto colheitas como metais preciosos, acreditava-se provirem de seu reino inferior.
O mundo subterrâneo freqüentemente era chamado de Hades.
Foi dividido em duas regiões: o Érebo, por onde os mortos passavam imediatamente após a morte, e Tártaro, a região mais profunda, onde os Titãs haviam sido aprisionados.
DEUSA PERSÉFONE
Na mitologia grega, Perséfone ou Coré corresponde à deusa romana Proserpina ou Cora. Era filha de Zeus e da deusa Deméter, da agricultura, tendo nascido antes do casamento de seu pai com Hera.
Quando os sinais de sua grande beleza e feminilidade começaram a brilhar, em sua adolescência, chamou a atenção do deus Hades que a pediu em casamento. Zeus, sem sequer consultar Deméter, aquiesceu ao pedido de seu irmão. Hades, impaciente, emergiu da terra e raptou-a levando-a para seus domÃnios (o mundo subterrâneo), desposando-a e fazendo dela sua rainha.
ZEUS ? REI DOS DEUSES
Era filho de CRONOS e REA que eram Titãs e detinham o controle do mundo. Zeus com seus irmãos e irmãs revoltaram-se contra o reino de Cronos e destronaram-no assim como seus outros deuses. Zeus tomou posse do trono e dividiu os domÃnios de Cronos entre seus irmãos.
Como rei dos deuses, Zeus governava o mundo e as outras divindades. Era mais poderoso que todos os outros deuses juntos. Insistia para que todos obedecessem a suas leis e punia imediatamente todos aqueles que as violavam. Podia provocar tempestades e disparar seus trovoes para punir os homens. Zeus usava um escudo, chamado Aegis, no centro do qual estava a cabeça de Medusa. Medusa era uma das três irmãs cujo aspecto era tão horripilante que aquele que a encarasse virava pedra. Para livrar o mundo dessa criatura, Perseus conseguiu apanhá-la em seu sono e, usando um espelho para evitar de olhá-la, arrancou-lhe a cabeça.
Perseus usou-a contra os seus inimigos mas, no final, Zeus a pegou e a colocou em seu escudo. Zeus era também acompanhado por uma águia que carregava seus trovoes.
Os templos e estátuas em honra a Zeus dominavam todas as grandes cidades, embora seu culto fosse menos popular do que o das respectivas divindades locais.
Era representado comumente como homem forte e barbado, de aspecto majestoso, e com essa imagem foi adotado pelos Romanos, que o identificaram com Júpiter.
HERA (Juno) era a esposa de Zeus e rainha do Olimpo. Era considerada como a protetora das mulheres e especialmente do casamento. Era muito orgulhosa e sensÃvel e seus ciúmes provocavam varias brigas com seu marido. Em certa ocasião, para mantê-la calma, Zeus amarrou-a com correntes e pendurou-a pelas nuvens, apos ter amarrado uma bigornas em seus pes. Quando ela se casou com Zeus, recebeu de GAIA (= Terra), mãe de todas as criaturas, uma arvore que dava macas de ouro. As HESPERIDAS, filhas de ATLAS, que carregava o mundo em seus ombros, eram as guardiãs dessa arvore.
DEUS HÉLIO – DEUS DO SOL
Antigo deus sol, filho dos Titãs Hiperião e Téia, e irmão de Selene, deusa da lua, e Eos, deusa da alvorada.
Acreditava-se que Hélio andava diariamente em sua carruagem dourada através dos céus, dando luz aos deuses e aos mortais.
À noite ele mergulhava no oceano ocidental, do qual ele era carregado numa taça dourada para seu palácio no leste.
Hélio sozinho podia controlar os cavalos ferozes que puxavam sua carruagem ardente.
Quando seu filho Faetonte convenceu Hélio a deixá-lo guiar a carruagem através do céu, Faetonte morreu.
Como é o único deus que pode ver toda a Terra do alto do céu, é o único que tudo sabe, e informa aos outros sobre certos segredos; e foi justamente por ter revelado a HefaÃstos que Afrodite o traÃa com Ares que a deusa vingou-se dele, inspirando paixões funestas em seus descendentes: em sua filha Pasifaé e suas netas Ariadne e Fedra. Hélio foi largamente adorado por todo o mundo grego, mas seu principal culto estava em Rodes.
Uma das Sete Maravilhas do Mundo, o Colosso de Rodes, era uma representação de Hélio.
OS TITÃS
O que se diz de mitologia greco-romana é mais a história dos deuses do que a experiência mÃtico-religiosa dos gregos e romanos. Em linhas gerais, vamos contar um pouco desta fabulosa história.
Kratos encontra Cronos
No princÃpio, conforme as crenças gregas, havia um grande vazio chamado Caos, o ilimitado e indefinido…
Desta imensidão surgiu Gaia (Gaea) ou Titéia (a Terra). Como primeiro corpo sólido, Gaia limitou o espaço indefinido e o separou. Abaixo da Terra, ficaria o Érebo, a morada das sombras. Acima dela, Urano ou Céu, o céu estrelado, nascido da própria Gaia. Sozinha, Gaia também gerou as montanhas, as ninfas e o mar.
A noite já havia surgido no espaço… Assim também surgira Eros ou Cupido – o amor universal (a força geradora do cosmos, a união). Nenhuma força agora poderia fecundar sozinha. Deste modo, sempre que Urano descia à Gaia, ela era fecundada.
Desta união surgiu a primeira população da terra. Ela deu à luz aos Titãs (forças incontroláveis da natureza), aos CÃclopes, monstros de um só olho e os Hecatônquiros, gigantes de cem braços e cinqüenta cabeças.
Originalmente os Titãs eram filhos de Urano e Gaia:
- Oceanus, o rio que circundava o mundo.
- Céos, titã da inteligência.
- Créos, deus do frio e inverno assim como dos rebanhos e das manadas, esposo de EurÃbia (filha de Pontos) e pai de Palas, Perses e Astreu
- Hipérion, o fogo astral.
- Jápeto, esposo da oceanide ClÃmene e pai de Prometeu (ancestral da raça humana), Atlas, Epimeteu, Menoécio e Héspero.
- Cronos, que destronou Urano e foi rei dos deuses.
- Titanides:
- Febe, a da coroa de ouro. Titânide da lua.
- Mnemosine, personificação da memória e mãe das Musas com Zeus.
- Reia, rainha dos deuses com Cronos.
- Témis, encarnação da ordem divina, das leis e costumes, e mãe das Horas com Zeus.
- Tétis, deusa do mar.
- Téia, deusa da vista.
O matrimónio entre irmãos era corrente na mitologia grega, e vários Titãs e Titanides se uniram, dando origem a uma segunda geração de Titãs:
Oceano e Tétis geraram as ninfas (Oceânides), os rios (Oceanidas ou Potamoi ou Lemnai) e os mananciais.
Hipérion e Téia a Helios (o sol), Selene (a lua) e Eos (a aurora).
Céos e Febe a duas filhas, Leto e Astéria.
Cronos e Reia formaram o casal mais importante, pois foram os deuses e tiveram seis filhos:
Héstia, deusa do lar.
Hera, deusa rainha do Olimpo.
Hades, deus dos infernos.
Deméter, deusa da agricultura.
Posêidon, deus dos oceanos.
Zeus, deus supremo, pai de todos os deuses do Olimpo.
Os Titãs não formam um conjunto homogêneo. Trata-se, em geral, de divindades muito antigas que, por uma razão ou outra, continuaram a ter uma certa vigência dentro da mitologia grega clássica e, ao constituir-se o esquema genealógico dos deuses, foram incluÃdas entre os descendentes de Urano.
MEDUSA
Na mitologia grega, Medusa era a única mortal das três irmãs Górgonas.
As górgonas eram Medusa, Esteno e EurÃale. Era filha de Fórcis e Ceto (sendo ambos divindades marinhas). Com o aspecto de uma bela mulher, mas que possuÃa serpentes no lugar de seus cabelos e transformava em pedra quem olhasse diretamente em seus olhos. Perseu foi o responsável pela sua morte, decapitando-a.
PÉGASO
Na mitologia grega era um cavalo alado, que segundo o mito nascido do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu. Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego, o arqueiro mitológico Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Belerofonte tentou usá-lo para aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que ele corcoveasse e derrubasse seu cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de rei do Olimpo.
AS IRMÃS DO DESTINO – MOIRAS
Na mitologia grega, as Moiras eram as três irmãs Cloto, Láquesis e Ãtropos que determinavam o destino, tanto dos Deuses, quanto dos seres humanos, eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivÃduos. Durante o trabalho, as Moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios, as voltas da roda posicionam o fio do indivÃduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os perÃodos de boa ou má sorte de todos. Conta-se que o deus Ares foi o único ser capaz de submeter as Moiras à vontade dele; fora esta exceção, elas jamais foram manipuladas, e nada se pode fazer para detê-las, ou ganhar-lhes o favor (até porque as Moiras entendem que o trabalho delas está mesmo acima delas próprias).
Cloto
Cloto em grego significa “fiar”, segurava o fuso e tecia o fio da vida. Junto de IlÃtia, Ãrtemis e Hécata, Cloto atuava como deusa dos nascimentos e partos.
Láquesis
Láquesis grego significa “sortear” puxava e enrolava o fio tecido, Láquesis atuava junto com Tyche, Pluto, Moros e outros, sorteando o quinhão de atribuições que se ganhava em vida.
Ãtropos
Ãtropos em grego significa “afastar”, ela cortava o fio da vida, Ãtropos juntamente a Tânatos, Queres e Moros, determinava o fim da vida.
TESEU
Teseu era filho de Egeu, rei de Atenas e de Etra, que, por sua vez, era filho do rei Trézen, por quem foi criado.
Teseu, após vencer muitos perigos e destruir malfeitores e monstros que flagelavam o paÃs, soube então que os atenienses encontravam-se, naquela época, em estado de grande aflição devido ao tributo que eram obrigados a pagar a Minos, rei de Tebas.
Este tributo consistia em sete jovens e sete donzelas, que eram entregues todos os anos para serem devorados pelo Minotauro, um monstro com corpo de homem e cabeça de touro, forte e feroz, que era mantido num labirinto construÃdo por Dédalo, e tão habilmente projetato que quem se visse dentro deste não conseguiria sair sem ajuda. Teseu resolveu livrar os cidadãos gregos desse mal, ou morrer tentando.
Assim, quando chegou a ocasião de enviar o tributo e os jovens foram sorteados, de acordo com o costume, ele se ofereceu para ser uma das vÃtimas, contra o gosto de seu pai.
O navio partiu, como era de hábito, com velas negras, mas Teseu prometeu ao pai mudá-las para brancas no caso de regressar vitorioso. Chegando a Creta, os jovens e moças foram exibidos diante de Minos. Porém, Ariadne, filha do rei, estava presente e apaixonou-se por Teseu. A jovem deu-lhe então uma espada, para que Teseu enfrentasse o Minotaura, e um novelo de linha, para que Teseu fosse desenrolando a linha por seu percurso no interior do labirinto e, assim, seguindo-a depois, este conseguiria sair do labirinto.
Bem sucedido, Teseu matou o Minotauro e conseguiu sair do labirinto, e assim regressou a Atenas, juntamente com seus companhiros salvos do monstro. Porém, durante a viagem, Teseu esqueceu-se da combinação que fizera com o pai e não mandou içar as velas brancas. O velho rei, julgando que o filho tivesse morrido, suicidou-se.
Teseu tornou-se então rei de Atenas.
PERSEU
Herói da mitologia grega, Perseu era filho de Zeus com a mortal Dânae. Logo após seu nascimento, o avô abandonou-o ao mar numa arca, em companhia da mãe, para que morressem. A correnteza, porém, arrastou a arca até a ilha de Sérifo, reino de Polidectes, que se apaixonou por Dânae. Mais tarde, com o intuito de afastar Perseu da mãe, Polidectes encarregou Perseu de perigosa missão: trazer a cabeça da Medusa, a única Górgona mortal.
Com a ajuda de Atena, Hades e Hermes, que lhe emprestaram as armas e a armadura, Perseu venceu as Górgonas e, para evitar a visão da Medusa, que petrificava quem a fitasse, decapitou-a enquanto dormia, guiando-se por sua imagem refletida no escudo de Atena. Passou então a carregar sua cabeça como um troféu, com que petrificava inimigos.
Kratos nasceu na cidade-estado de Esparta, criado apenas por sua mãe e sem nunca conhecer o pai. Como todas as crianças residentes da cidade, ele logo iniciou o treinamento militar para desenvolver os conhecimentos e habilidades que o acompanhariam pelo resto de sua vida.
O jovem Espartano fez jus à s tradições de da cidade e tornou-se um soldado temÃvel. Não demora muito e Kratos é o mais jovem general do Exército espartano ? e o mais temido.
Sua tropas nunca demonstravam piedade e seus inimigos tremiam ao ouvir seu nome. Kratos só se sentia realmente à vontade no campo de batalha, caminhando sobre os corpos dos inimigos, a pele tingida pelo sangue derramado.
Mas, em meio a toda brutalidade e a violência que permeavam os dias de Espartano, residia um lampejo de luz, um resquÃcio de humanidade alojado no canto mais profundo de seu coração, as duas únicas coisas puras de sua vida: sua esposa, a única pessoa em toda a Grécia que não temia Kratos e sua filha CalÃope, a quem ele amava incondicionalmente, amor que somente um pai poderia ter.
Mas o destino nunca é generoso, e este resquÃcio de bondade seria a ruÃna de Kratos.
O PACTO COM ARES
Por anos, Kratos e seu exército percorreram os territórios rivais, exterminando aqueles que se opunham a eles. A ferocidade cruel do exército espartano e de seu sanguinário general nunca havia encontrado oponente que lhe fizesse frente. Porém, nada dura para sempre e Kratos logo se deparou com inimigos que nem mesmo ele conseguiria derrotar: um exército bárbaro que se opôs aos espartanos. Kratos e seus homens lutaram bravamente, mas pouco puderam fazer contra oponentes tão fortes e brutais.
Um a um, os espartanos tombaram. Kratos então se viu sozinho no campo de batalha, à mercê do inimigo. Em um raro momento de desespero, o espartano faz uma prece aos deuses:
- Ares! Destrua meus inimigos e minha vida será sua.
O cruel Deus da Guerra atende a súplica de Kratos e, com sua fúria, destruiu todo o exército bárbaro. Sem entender o que acontecia, eles foram mortos, um a um, até que finalmente, a cabeça decapitada de seu lÃder voou pelos céus, seguida de um jorro escarlate.
Kratos estava salvo e a batalha fora vencida. E não apenas isso, ele ganhara força e poder incomparáveis entre os homens. Se tornara praticamente invencÃvel.
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Mas, enquanto se fortalecia, não via que, ao fazer o pacto com Ares, se tornaria seu escravo. A partir dali ele não escolheria mais sua batalhas, lutaria apenas quando lhe fosse ordenado. E, para nunca esquecer de seu senhor e mestre, duas lâminas forjadas no fogo do Tártaro foram dadas a ele ? as correntes das armas se fundiram nos braços de Kratos, queimando sua pele e carne. O vÃnculo fora selado. A vida de Kratos não mais lhe pertencia.
Por muito tempo, Kratos seguiu as ordens de Ares, eliminando tudo e todos aqueles que o Deus ordenava, espalhando destruição sem nunca questionar, pois a simples matança, o prazer de ver os corpos sucumbirem já era suficiente para continuar naquela sua saga. Sua cegueira, porém, impediu-o de imaginar que não podia confiar no Deus da Guerra, flagelo dos homens.
Em sua última missão para Ares, Kratos e seus homens deviam destruir uma pequena Vila. O guerreiro sentiu-se impelido na direção da maior construção do lugar e o fez sem pestanejar.
A oráculo da cidade tentou impedi-lo, alertando-o que, se avançasse, lá só encontraria arrependimento e dor. Kratos ignorou o conselho, pois a sede de sangue turvava seus pensamentos, e seu único desejo era executar os habitantes daquela casa. E assim o fez.
Quando deu por si, Kratos tinha a seus pés os corpos inertes e ensangüentados da esposa e da filha. Enganado por Ares, ele acabou matando as duas únicas pessoas que amava em sai vida.
Confuso e esmagado pela dor, Kratos vagou para fora da casa e reviu o Oráculo, que lhe lançou uma maldição: as cinzas de sua famÃlia para sempre cobririam sua pele e ele nunca mais encontraria paz.
A partir daquele momento, Kratos deixa de servir a Ares e torna-se o Fantasma de Esparta.
A CRISE DE HÉLIOS E MORFEU
Kratos agora servia ao Olimpo, realizando missões e cumprindo a vontade de outros Deuses.
Tal ato não era movido por generosidade ou simpatia, mas pela esperança de que os deuses o fizessem esquecer a dor pela morte de sua famÃlia. Não havia nenhuma garantia, mas o desejo de não ter mais pesadelos era a única coisa que evitava que sucumbisse do desespero.
Ao longo de seus 10 anos de servidão, uma das missões a que foi incumbido o Fantasma de Esparta foi impedir a invasão persa na Ãtica.
Kratos encontrou um Basilisco gigante quando chegou ao lugar, e, sem nenhuma dificuldade, destruiu a criatura, assim como seu mestre, o Rei dos Persas.
Mas a conclusão de tal trabalho não lhe trouxe nenhuma satisfação, e Kratos olhou para os céus, urrando com os Deuses pelas missões que estes lhe davam:
- É apenas isso que me mandarão fazer?
O Guerreiro não teve resposta e contemplou uma visão aterradora: O sol caiu de seu lugar no céu e deu lugar à escuridão. A Névoa negra de Morfeu, Deus da noite agora se espalhava pelo mundo, ameaçando engoli-lo de uma única vez.
Sem saber o que fazer, Kratos seguiu em direção a única luz que restava no horizonte e logo chegou à cidade de Maratona, onde se localizava o templo de Helios, Deus do Sol.
No templo, uma estátua de Atena falou com a voz da Deusa, explicando a Kratos que Hélios havia desaparecido, o que permitiu que Morfeu se aproveitasse da situação e fizesse os demais deuses caÃrem em um pesadelo sono. A missão do espartano seria encontrar o Deus do Sol e lhe devolver seu lugar de direito, fazendo com que tudo retomasse seu ciclo normal
Auxiliado por Éos, irmã de Hélios, Kratos descobre que ele fora levado para o mundo dos mortos e que a única forma de encontrá-los seria usar a cavalgada todos os dias. A deusa promete a Kratos que se a ordem natural for restaurada, fará com que os deuses o livrem de seus pesadelos.
O Fantasma de Esparta não acredita em suas palavras, pois já fora enganado pelos Olimianos no passado, mas não lhe restava escolha.
Relutante, Kratos levou o fogo primordial até os cavalos de Hélios, que uma vez despertos o levam até o submundo onde seu mestre estava cativo.
UMA CANÇÃO DO PASSADO
Ao longo de sua viagem, Kratos ouve uma canção. Uma música que ecoa seu passado, quando não era um mero joguete dos deuses.
No submundo, o primeiro a ficar em seu caminho, no rio Estige, é o Caronte, o barqueiro responsável por levar os mortos até o Hades.
O barqueiro diz que ainda não é hora do Espartano entrar no mundo dos mortos e o mandou embora. Diante da recusa de Kratos, Caronte não tem escolha a não ser vencê-lo em combate e jogá-lo no Tártaro.
Em sua queda para o submundo, Kratos teve uma visão do que realmente acontecera. Atlas, o poderoso Titã a carregar o peso do mundo, fora liberto e era ele o responsável pelo desaparecimento de Hélios.
Kratos sabe o que precisa ser feito: encontrando o titã, descobriria o paradeiro do deus do Sol.
Apesar de ter caÃdo no Tártaro, nem mesmo o mundo dos morto será suficiente para aprisionar Kratos. Ele não somente reencontra o caminho de volta, como vence Caronte quando o enfrenta pela segunda vez.
Em posse da barca do inferno, Kratos segue em direção da única luz que havia no submundo. Era Hélios, e o Espartano sabia onde encontrá-lo.
Em meio à s trevas, a Luiz guia de Kratos até o templo de Perséfone, esposa de Hades e rainha do Submundo e, lá chegando, ele se depara com alguém que ele não esperava ver: sua filha, CalÃope.
Ele agora se lembrara: a melodia que ouvira em sua descida vinha da flauta que eele tocava.
Kratos segue sua filha até o interior do templo, mas não a encontra. Antes que se desse conta, Perséfone estava diante dele.
A Rainha do submundo explica a ele que CalÃope agora se encontrava nos Campos ElÃseos e que Kratos não poderia lá entrar, a menos que abandonasse os pecados de sua vida anterior e se livrasse de toda a impureza de seu coração.
Sem pensar duas vezes, pelo próprio amor que sentia pela filha, Kratos abdicou de suas armas e seus poderes, abandonando toda a corrupção que havia tomado sua alma. Purificado e novamente um humano comum, foi garantido a ele o direito de estar novamente com a amada filha.
O fantasma de Esparta abraça sua filha e promete que não mais à deixaria, mas este momento de felicidade seria muito breve, muito mais breve que poderia imaginar.
Em meio aquela redenção de ter sua filha de volta, com a alma purificada, Perséfone surge e revela seu verdadeiro intento.

TraÃda pelos Deuses e obrigada a ser a esposa de Hades, foi ela quem libertou Atlas de sua prisão. Enquanto Kratos enunciava seus poderes, o Titã usava o poder de Hélios para destruir o pilar que sustentava o mundo e, com ele, derrubar o Monte Olimpo.
Com isso, tudo seria destruÃdo, os deuses, os mortais e o submundo. Mesmo Perséfone seria destruÃda, mas estaria livre de seu destino como Rainha do mundo dos mortos.
Kratos percebe que ele e sua filha também seriam destruÃdos e sabe o que deve fazer. A escolha era óbvia, mas cruel para ele: deveria perverter novamente sua alma e recuperar seu poder, para então derrotar Atlas e impedir Perséfone, garantindo assim a segurança da filha. Sabia porém, que ao fazê-lo, Kratos nunca mais teria a mesma chance de reencontrar sua criança.Sem escolhe, um a um, Kratos destrói as almas puras que habitavam os Campos ElÃseos. Ao cometer tamanha atrocidade, ele turva novamente sua alma e volta a ser o Fantasma de Esparta, recuperando todos os seus poderes que antes haviam sido retirados pela pureza da alma.
Com o coração partido e tendo sacrificado o último resto de humanidade que ainda tinha, ele deixa os campos ElÃseos para nunca mais voltar, enquanto o choro de sua filha ecoa em seus ouvidos. Tomado de uma fúria que faria o Olimpo tremer, ele buscou a Rainha do Submundo.
Perséfone estava à espera e os dois travam uma luta mortal. Mas Kratos era poderoso demais até mesmo para ela, que vencida, ordena ao Titã Atlas que destrua o Espartano.
Mesmo com sua força colossal, o Titã nada pode fazer. Kratos o acorrenta no mundo dos mortos, de forma que nunca mais possa sair e em seguida, encerra seu combate com Perséfone, destruindo a rainha do Submundo.
Ao morrer, as energias liberadas do corpo da deusa causam uma explosão imensa, que destrói o pilar que mantém o mundo e o Olimpo em seus lugares. Ao acorrentar Atlas, porém, Kratos salvou toda a existência, pois, o Titã agora deve carregar o peso do mundo em suas costas.
Cumprindo a palavra que deu aos deuses, Kratos devolve Hélios a seu lugar e o dia volta a nascer na Grécia. Mas cansado da batalha e desiludido por saber que a única razão de sua existência já não poderia mais estar ao seu lado, sua filha, o guerreiro finalmente sucumbe e cai da carruagem de Hélios.
Kratos está à beira do abismo para saltar para a morte, já desolado e não suportando tanta dor de tudo aquilo que acontecera em sua jornada, desde o Pacto com Ares, a armadilha que levou-o a matar as duas únicas pessoas que amava, até saber que jamais poderia ver sua filha novamente.
Soltando seu corpo de forma natural, dando um passo à frente à beira do abismo finalmente descansaria em paz. Mas antes que seu corpo atingisse o chão, ele é salvo pelo Deus do Sol e por Atena, que removem seus armamentos e o deixam descansar. Hélios acreditava que deviam fazer mais pelo Espartano, pois duvidava que um humano pudesse sozinho sobreviver a tal provação.
Mas Atena o impede, demonstrando seu conhecimento das razões humanas.
- Ele viverá, eles precisam.
Kratos fora deixado em paz por enquanto, mas sua servidão estava longe de acabar, e seu destino já estava traçado a partir dali.
O CONFRONTO COM ARES
Dez longos anos Kratos servia aos deuses do Olimpo. Atormentado pelos pesadelos com a morte de sua famÃlia, a única esperança que lhe restava era a de que se aguardasse o suficiente aos deuses, eles lhe dariam esquecimento.
Dia após dia, o Espartano combatia ameaças capazes de erradicar cidades inteiras, encontrando no campo de batalha um alÃvio a seus tormentos.
Sua lenda crescia e seu nome era sinônimo de terror. Todos na Grécia conheciam sua história e temiam o monstro desumano que ele era.
Uma noite, após destruir uma Hidra, Kratos se fartou de sua situação e procurou Atena, para exigir finalmente um pouco de paz.
- Dez anos, Atena! Por dez anos servi aos deuses sem nunca questionar! Quando acabará meu sofrimento e me verei livre destes pesadelos?
Atena deu a ele aquela que deveria ser sua última missão: deter Ares, o Deus da Guerra, que em sua ambição e loucura, iniciara a destruição da cidade que velava ao nome da Deusa. Zeus havia proibido os deuses de guerrearem uns com os outros e por isso somente um mortal poderia destruir o Deus da Guerra. Atena prometeu que o Espartano seria perdoado de seus pecados caso tivesse sucesso em sua missão.
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Kratos então viu uma chance de se vingar de Ares por sua traição e ao mesmo tempo se livrar por fim dos pesadelos que o assombravam.
O Guerreiro atravessou a cidade de Atenas, destruindo as tropas de Ares no caminho e buscando o Oráculo da cidade, que lhe revelaria a forma de matar um Deus. Ela revela a Kratos que ele deve viajar até o Templo de Pandora, no deserto de Almas Perdidas.
O templo fuçava nas costas do Titã Cronos, amaldiçoado a carregá-lo pelo deserto pelo resto da eternidade. Dentro dele, Kratos encontraria a Caixa de Pandora, Único artefato capaz de Dar a um mortal o Poder de matar um Deus.
O Espartano não estaria sozinho em sua missão. Os Deuses do Olimpo haviam se cansado da violência insana de Ares e concederam parta de seus poderes a Kratos, para que as chances de sua vitória fossem maiores.
Após enfrentar muitos obstáculos e inimigos, Kratos finalmente conseguiu encontrar a Caixa de Pandora e iniciou a viagem de volta à cidade de Atenas. Mas Ares tomou conhecimento de seu sucesso e tomou providências quanto a isso, arremessando um pilar que atravessou o continente e atingiu Kratos no peito matando-o sumariamente, antes que ele pudesse concluir sua missão.
Mas Kratos já conhecia os perigos do submundo e não tardou em lutar para voltar ao mundo dos vivos. Hades em pessoa, senhor do mortos ajudou o Fantasma de Esparta em seu regresso ao mundo dos vivos.
Kratos avançou em direção a Ares e retomou a Caixa de Pandora. O artefato se abriu e seu poder preencheu Kratos, tornando-o páreo à estatura e força do deus. Lutando de igual para igual, Kratos, com sua força inigualável, fortalecido ainda mais com os poderes que os deuses lhe deram, no momento em que a Batalha estava pendente a ter um vitorioso, qual seja Kratos, Ares, traiçoeiramente o prende em um mundo de ilusões.
Kratos se vê forçado a proteger sua esposa e filha contra um exército de imagens suas, sendo atormentado pela culpa de seus atos. Quando obteve êxito em salvar sua famÃlia, Ares aparece, toma as armas e poderes de Kratos e elimina as imagens de sua famÃlia.
De volta ao campo de batalha, e sem seus poderes, a derrota parecia iminente e certa. Mas o destino ainda lhe guardava uma surpresa, pois o espartano percebe a presença da antiga Espada do Olimpo no lugar de uma ponte que há pouco havia atravessado, e a usa para atingir um golpe certeiro no coração de Ares. Finalmente matando-o.
Em suas últimas palavras, o Deus da Guerra tentou despertar compaixão em Kratos, mas em vão:
- Quando eu fiz matar sua famÃlia, tudo que eu almejava era torná-lo um melhor guerreiro….
- E você Teve êxito! Bradou Kratos ensandecido.
Com sua missão cumprida, Kratos esperava a paz e ter os pesadelos que tanto o atormentavam apagados, mas para seu desespero, Atena o informou que a promessa que lhe fora feita era somente a de que seria perdoado. Seus pesadelos continuariam enquanto seu corpo tivesse vida.
Abandonado pelos Deuses e em desespero, crendo que seu sacrifÃcio fora em vão, Kratos do Monte Olimpo, se lança ao mar, tentando por suas próprias mãos pôs fim a seu sofrimento.
Mais uma vez, Atena impede sua queda.
Com a morte de Ares, havia um lugar vago entre os tronos do Olimpo e péla graça de Atena, Kratos agora se sentaria nele.
Afinal, ninguém mais indicado que ele para ser o novo Deus da Guerra.
A TRAIÇÃO DE ZEUS
Kratos se mostrou um deus da Guerra ainda mais cruel e sanguinário que Ares. Atormentado por seu passado, somente o calor da batalha e a visão de inimigos mortos a seus pés trazia algum conforto.
Atena tentou alertar Kratos de que mesmo ela não seria capaz de protegê-lo da ira dos outros deuses caso ele continuasse tomando as outras cidades-estado em sua guerra insana a e particular, mas o guerreiro virou as costas à Atena, que o alertou para que não fizesse isso, afinal fora ela quem o alçara ao posto de Deus. Kratos responde:
- Eu não lhe devo nada!
Com essas palavras desce à terra para auxiliar seus exércitos. Porém, mal chega à Grécia, e é atingido por um pássaro que remove parte de seu poder, Kratos crê que era Atena disfarçada, mas não se abate e prossegue em sua destruição.
O poder retirado de Kratos é imbuÃdo no Colosso de Rodes que, retomando vida, começa a dizimar os espartanos que invadem a cidade.
Kratos lutou bravamente contra o Colosso, mas com poderes reduzidos, era uma batalha perdida. Quando não parecia mais haver saÃda, o Espartano escuta a voz de Zeus, que lhe diz que somente a espada do Olimpo teria força para destruir seu adversário, mas que Kratos deveria colocar o que restava de seus poderes na arma.
Sem mesmo imaginar que Zeus estaria conspirando contra si, Kratos, de posse da arma mais poderosa já forjada pelos deuses, pôde finalmente vencer o Colosso de Rodes, mas não consegue evitar ser esmagado pela queda da própria estátua em si, que enfraquecido, sem seus poderes divinos, consegue ainda assim reunir forças para se levantar.
Só então que ele percebe: o pássaro que lhe retirara seus poderes quando da queda na terra, não era Atena, mas sim Zeus, e ao seguir o conselho e usar a Espada do Olimpo, Kratos abdica de sua divindade e torna-se novamente mortal.
Sem seus poderes e mortalmente ferido, Kratos observa indefeso enquanto Zeus surge à sua frente e toma a Espada do Olimpo, de suas mãos, para si.
Zeus explica que traiu Kratos para proteger a si e ao Olimpo de sua fúria, e lhe oferece uma última chance de redenção: Kratos teria de volta seus poderes caso jurasse servi-lo para sempre.
Kratos recusa a oferta, com sua rebeldia contra os deuses. Enfurecido, Zeus trespassa o espartano com a Espada do Olimpo.
- Tudo o que conhece vai sofrer pelo seu sacrilégio! Afirma o Rei dos Deuses.
- Você pagará por isso, Zeus. Tenha certeza disso! Ao terminar de dizer isso, Kratos tomba e, antes que sua vida se esvaia, vê o triunfante Zeus se afastar, de posse da mais poderosa arma da existência.
UM NOVO PACTO
Ao cair no submundo pela terceira vez, o Fantasma de Esparta não lutou contra as mãos que o puxavam para as trevas. Não havia mais deuses para salvá-lo, e tampouco, esperança.
Ou pelo menos assim ele pensou.
Uma voz feminina caiu sobre Kratos e o tirou das sombras. Sua vida fora salva novamente, mas não pelas mãos de um deus e sim, por alguém que nutria pelos deuses o mesmo ódio que consumia o Espartano: Gaia a mãe dos Titãs.
Quando os titãs entraram em guerra contra os deuses do Olimpo, eles foram derrotados e humilhados. Gaia ofereceu uma simples aliança para Kratos: ele seria salvo se concordasse em se vingar dos deuses em nome do Titãs.
O Guerreiro aceita e recebe de Gaia a ajuda do cavalo alado Pégaso. Ele segue em direção à Ilha da criação, ode residem as Moiras, as 3 irmãs responsáveis pelo correr do tempo.
No caminho para Ilha, Kratos e Pégaso se desviam ligeiramente de seu caminho, parando na
ilha onde foram presos os Titãs Tifão e Prometeu. Após libertar o Pégaso das garras de Tifão e soltar Promoteu do castigo ao qual fora condenado, segue ao encontrão das Moiras.
OS OUTROS VISITANTES DO TEMPLO DAS MOIRAS
Mas Kratos não era o único desejoso em ver as Moiras. Na Ilha, encontra Teseu, herói causador da destruição do Minotauro de Creta. Arrogante, ele desafia Kratos para definir finalmente quem é o maior guerreiro grego. Tal tolice tem seu preço, e Teseu é facilmente derrotado. Sua Glória se encerra diante dos portais do templo.
Kratos também encontra Perseu, um dos maiores heróis da Grécia, e que buscava audiência de sua amada Andrômeda. Acreditando que a presença de Kratos era um teste, ele o enfrenta, desejando provar seu valor às Moiras.

Kratos luta contra Perseu
Apesar de suas habilidades e equipamentos mÃticos, Perseu nada pode contra a fúria inumana de Kratos e tem morte vil, apenas mais um degrau no sangrento caminho do espartano.
O último visitante da Ilha era Ãcaro, que totalmente enlouquecido, jogou-se com Kratos em um abismo que levava ao submundo. O guerreiro, contudo, está preparado e arranca as asas do insano Ãcaro, salvando-se de novamente ter de enfrentar os perigos do mundo dos mortos para poder completar sua missão.
FÚRIA DE TITÃS
Kratos, contudo, desceu o suficiente para reencontrar uma face do passado: ele estava novamente diante de Atlas, a quem condenaria a carregar o peso do mundo. Nada satisfeito com o guerreiro, o titã tenta esmagá-lo, mas Kratos o convence de que não mais servia aos deuses e que desejava agora matar Zeus, cravando a Espada do Olimpo eu seu coração.
Atlas conhece a espada e relembra a guerra entre Olimpianos e Titãs, um conflito devastador que moldou os continentes para todo o sempre.
Os deuses do Olimpo desejavam governar os humanos, e os titãs julgavam isso aceitável.
Uma guerra brutal foi travada e os poderes de Zeus e de seus irmãos provaram ser demais até mesmo para os Titãs, e com a criação da Espada do Olimpo, os Deuses desferiram o golpe final.
Convencido que o ódio de Kratos pelos deuses era forte o suficiente e que ele falava a verdade, Atlas concede parte de seus poderes a ele, ajudando-o sair do submundo.
O Espartano continua sua jornada e encontra um soldado de seu exército, que revela que Esparta foi destruÃda por Zeus, Kratos perde as esperanças, acreditando que Zeus não seria destruÃdo e que seus esforços foram em vão.
Gaia não permite que Kratos sucumba ao desespero, dizendo que Zeus tombaria e que esta era apenas a primeira batalha de uma grande guerra que estava por vir. Kratos então ergue-se em busca de sua audiência com as 3 irmãs.
AS IRMÃS DO TEMPO
Kratos finalmente chega à morada das 3 Moiras, onde elas tecem o tear do destino.
A primeira é Lachesis, a mais velha das irmãs. Ela conta a Kratos que foi a sua decisão de fazer os Titãs serem derrotados na grande guerra e de deixar o espartano chegar tão longe. Os dois entram em confronto mortal, mas Kratos muda o destino e a derrota facilmente.
A segunda das irmãs, Atropos, surge então em seu caminho. A deusa leva Kratos de volta ao momento em que duelou com Ares e tenta destruir a gigantesca Espada dos Deuses, para que o Espartano não mais pudesse usá-la em seu duelo com o Deus da Guerra e fosse morto por ele, deixando de existir no presente. Mas ela falha, sucumbindo perante o poder de Kratos.
Restava apenas uma irmã: a caçula Clotho, veio um aviso: se ele não cessasse seus atos, destruiria tudo que existe. A resposta do Espartano foi cravar uma estaca contra o cérebro de Clotho.
Agora, no controle do espaço e do tempo, Kratos tinha a oportunidade de destruir Zeus e pôr um fim à era dos Deuses do Olimpo.
O RETORNO
Kratos usa seus novos poderes voltar ao exato momento em que foi morto por Zeus. O Espartano retoma a Espada do Olimpo e investe contra Zeus, em uma longa e brutal batalha que o pai dos deuses nunca poderia ter previsto.
Zeus lança uma tempestade de raios contra Kratos, que cai, implorando a Zeus que encerre sua sofrida existência. Zeus avisa que a dor não terá fim e o sofrimento está apenas começando.
Mas tudo não passava de um truque do espartano, que aproveita o momento em que Zeus baixa aguarda para atacá-lo com fúria.
Subjugado e indefeso, Zeus fica à mercê de Kratos. Eis que Atena surge, defendendo seu pai. Kratos tenta tirar a Deusa do caminho, mas ao desferir o golpe final em Zeus, Atena entra na frente e é empalada pela Espada do Olimpo.
Apesar de sua brutalidade, Kratos tinha algum respeito e carinho por Atena e, por um breve momento, arrepende-se do que fez. Zeus se aproveita deste momento para fugir, enquanto Atena revela as intenções do pai.
A verdade é que Zeus temia Kratos. Temia que Kratos tomasse seu lugar, como havia feito com seu pai Crono e como o Titã havia feito com o pai, Urano. Kratos então descobre que o pai que nunca conhecera era Zeus, e que se este fosse destruÃdo, todo o Olimpo cairia.
Atena lhe suplica que desista da guerra, pois os deuses do Olimpo se unirão contra ele.
O Espartano responde de forma decisiva:
- Se todos no Olimpo negaram a minha vingança, então todos no Olimpo irão morrer! Eu vivi à sombra dos deuses por tempo demais e a era deles está para acabar.
Mas Kratos não pretendia cumprir esta promessa sozinho e usa seus poderes sobre o tempo para reunir um exército apropriado para a guerra que está por vir.
UMA NOVA GRANDE GUERRA
Kratos volta no tempo até a guerra entre os titãs e os deuses. Ele brada a Gaia:
- Ares e Atena estão mortos! Zeus está fraco e eu tenho a Espada! Todos no Olimpo tremem ao ouvir meu nome! Venceremos esta Guerra, Gaia, mas não aqui! Juntos vamos destruir estes deuses mesquinhos e ver o Olimpo ruir! Volte!
No Monte Olimpo, Zeus reúne seus irmãos Posêidon, Hermes, Hades e Hélios e pede para que deixem suas diferenças de lado, por medo da vingança que Kratos trará. Se trabalharem juntos, os Deuses do Olimpo podem prevalecer no final.
Mas o discurso é interrompido por um tremor súbito. As paredes do palácio começam a ruir, e com horror, os Deuses do Olimpo observam Gaia. Crono e outros Titãs derrotados no passado escalando as paredes do Olimpo, liderados por Kratos, que, das costas de Gaia, grita para Zeus.
- Zeus! Seu filho retorna! Trago a destruição do Olimpo!
Com estas palavras, dá-se o inÃcio do fim.
God of War III
Os titãs escalam o Olimpo, aliados ao novo dono da espada do Olimpo.
Os deuses estão fracos e abalados diante da ofensiva inimiga, mas Zeus tenta assegurar seus irmãos:
- No inÃcio, havia o caos. Nossa vitória trouxe ordem ao mundo e prosperidade para a humanidade. Agora, esta ordem está ameaçada, o sagrado Olimpo foi violado!
Irmãos! No final, ele irá sofrer! No final, nós triunfaremos! No final….
- SÓ RESTARà O CAOS!
Com estas intimidadoras palavras finais de Kratos, o tempo dos deuses parece estar muito próximo do seu final….
OUTRAS INFORMAÇÕES
Link para tradução do Jogo para PSP
Trailer Oficial do God of War III
A HISTÓRIA EM VÃDEOS TRADUZIDOS
God Of War I
01. Introdução
02. Marinheiro conversa com Kratos
03. Kratos e Posseidon
04. Kratos e a Hidra
05. Kratos e o Capitão do navio
07. Os monstros invadem Atenas
08. Kratos e Afrodite
09. Kratos e Oráculo
10. Kratos e Ares
11. Mulher Assustada
12. Kratos e Zeus
13. Oráculo atacada por Harpias
14. Kratos e o Coveiro
15. Oráculo em apuros
16. Oráculo em apuros II
17. Kratos salva Oráculo
18. Kratos e Atena
19. Kronos, o titã
20. Kratos e o Porteiro
21. Kratos e Ãrtemis
22. O servo de Ares
23. O sacrifÃcio
24. Kratos e Hades
25. As Lâminas do Caos
26. A morte da famÃlia de Kratos
27. A Caixa de Pandora
28. A morte de Kratos
29. Kratos e o Coveiro II
30. A Caixa de Pandora é aberta
31. De volta ao passado
32. Tentativa Fracassada
33. Kratos perde as Lâminas do Caos
34. Final (Legendado)
God Of War II
01. Intro
02. A Lâmina do Olimpo
03. A Destruição do Colosso
04. Kratos e Zeus
05. A Morte de Kratos
06. O Sobrevivente Espartano
07. O Pégaso
08. A Punição de Prometeu
09. Prometeu libertado
10. O Lar das Irmãs do Destino
11. O Passado de Zeus
12. Kratos e Teseu
13. Kratos e Cronos
14. Estátua de Láquesis
15. A volta do Rei dos Bárbaros
16. Kratos e o Guerreiro
17. Kratos e Perseu
18. O Vôo de Ãcaro
19. O Grande Atlas
20. O Primeiro Tradutor
21. O Jardim dos Deuses
22. O Segundo Tradutor
23. O Último Espartano
24. O Reencontro Com Sua Mulher
25. As Irmãs do Destino
26. A Morte de Kratos
27. A última Irmã
28. De Volta Para o Passado
29. A Grande Batalha
30. Final (Legendado)
God of War III (abreviadamente GoW 3) é um jogo eletrônico da série de jogos eletrônicos God of War. O seu desenvolvimento foi formalmente anunciado na E3 2008[3] e se espera que ele seja lançado para consoles europeus em 2009 exclusivamente para PlayStation 3.[4] GoW 3 é o quinto capÃtulo da série cronologicamente, após God of War: Chains of Olympus, God of War, God of War: Betrayal e God of War II. O slogan do jogo é “In the end, there will be only chaos” (em português, “No fim, só haverá caos”).
Na E3 de 2009, o jogo apareceu novamente. Dessa vez, os seus produtores apresentaram uma demo do jogo. A demo não foi jogada por completo, porém já pode ser vista muita coisa.
Na demo, Kratos, com a ajuda de um Titã ainda desconhecido, derruba e mata (arrancando a cabeça) do Deus Helio (Deus do Sol, na mitologia grega), apresentando muitas novidades do novo jogo.
Nesta pequena demo, Kratos já usa as Blades of Chaos (Espadas do Caos, tradução livre), espadas já conhecidas e que viraram uma marca registrada de Kratos; o Cestus, duas manoplas com cabeça de leão; a Fire Bow (Arco de Fogo, tradução livre), um arco que solta flechas de fogo, que atravessam inimigos; e Helios Head (Cabeça do Helio, tradução livre), que é a cabeça recém arrancada do Deus do Sol, que serve para iluminar a escuridão, e durante algum tempo, cegar inimigos, fazendo com que eles fiquem parados (efeito próximo da cabeça da Medusa e a cabeça da EurÃale). No jogo, também é visto o Golden Fleece (Velo de Ouro, tradução livre), e as Icarus Wings (Asas de Ãcaro, tradução livre), ambas vindas de God of War 2. Nada ainda foi revelado sobre o fim que teve a Blade of Olympus (Espada do Olimpo, tradução livre). Na nova jogabilidade, também é apresentado o Ram (Trombar), movimento no qual você usa um inimigo para correr e trombar com outros e Ride (Se transportar por, tradução livre), onde você pode controlar uma harpia ou um ciclope para voar/atacar.
Na demo, nota-se que a qualidade gráfica está muitas vezes melhor que em God of War 2. Também pode ser conferido que para God of War 3, o design das orbs foi mudado. Não foi mais adotado o design de God of War e God of War 2, mas o design o de God of War: Chains of Olympus, ou seja, pequenas bolinhas sem cauda. Foram apresentados também novas criaturas, como a readoção e reformulção dos centauros, e a chimera. As harpias, ciclopes e soldados zumbis foram refeitos.
A inteligência artificial do jogo também está mudada. É fácil notar, quando antes de atacar Helio, soldados zumbis que caem do céu, tomam uma tática defensiva para protegê-lo, enquanto que outros, tomam uma tática ofensiva para acabar com Kratos.
Principais fontes:
Forum jogos.uol.com.br, wikipedia, site oficial God Of War
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